Confira em Nosso Site:
Fotos, vídeos, palestras, cursos e
outras novidades

Pare de pensar e venha aprender a agir

A capacidade de compreender e saber utilizar o seu próprio potencial por meio da comunicação é uma das chaves para se obter sucesso e felicidade. Se você acha que não tem essa capacidade aprenda como adquiri-la. São vários os cursos que podem capacitá-lo para obter melhor qualidade de vida, autoestima e muito mais. Conheça um pouco mais sobre eles.

Nossas Palestras

Comunicação

  • Comunicação na nova era

  • Comunicação e dicas para falar em público

Hipnoterapia

  • O que você precisa saber sobre hipnoterapia

  • Desmistificando a hipnose

Autoconhecimento

  • O que fazer

  • O aparelho psíquico

Quem sou?

Após ter contato com a PNL, mudou radicalmente suas atividades, voltando-se a área humana. Passou a proferir palestras e treinamentos para dezenas de empresas em todo o Brasil, bem como, a escrever em revistas e apresentar programas em rádio e TV. No decorrer fez sua formação em hipnoterapia, psicanálise clínica e pós-graduação em teoria psicanalítica. É diretor executivo da revista MercNews e além de inúmeros artigos e trabalhos publicados, também escreveu os livros "Vivendo Melhor - dito, redito e pouco aprendido" e "Retrospectiva de um Empresário - O que eu não sabia que sabia...

“Vivendo Melhor – dito, redito e pouco aprendido” e “Retrospectiva de um Empresário – O que eu não sabia que sabia…

Conheça

Nossos Cursos

Influência por excelência
Influência por excelência
Duração: 8h
Vivendo melhor
Vivendo melhor
Duração: 8h
Poder pessoal e automotivação
Poder pessoal e automotivação
Duração: 3h
Concentração e auto-hipnose
Concentração e auto-hipnose
Duração: 6h

Artigos

Blog

E para não dizer que não falei de Política – II

Escrevi este editorial nas eleições passadas, mas, ele continua mais do que atualizado. Quem me conhece sabe que procuro não falar de política e principalmente escrever sobre ela em meus editoriais. Contudo, existem certas situações em que não podemos simplesmente nos calar e nos omitirmos, a exemplo das falcatruas que acompanhamos diariamente pela mídia.

Em minha opinião, o nosso país nunca teve problemas econômicos; na verdade, somos um país rico e abençoado por Deus – apenas quem conhece o exterior pode avaliar o que quero dizer –, somos um povo cordato e com poder de adaptação fantástico, a ponto de aguentar e sobreviver a todas as intempéries causadas por alguns dos nossos “políticos”. Não temos terremotos nem tufões, mas, em contrapartida, fomos agraciados com “eles”. Realmente, não temos problemas econômicos, pois, mesmo pagando uma das maiores taxas de juros do mundo e recolhendo os maiores impostos, graças ao brio e bravura de nosso povo ainda conseguimos sobreviver e sermos competitivos. Podemos afirmar que os nossos problemas são apenas políticos.

Aliás, a palavra “político” está tão denegrida que, ao ouvirmos, nossa mente imediatamente estabelece uma relação com ‘bandido’. Será que podemos generalizar que todo o político é corrupto e não presta, a exemplo do que fazemos quando dizemos todo o menino de rua é ladrão? É claro que não, mas aí o inconsciente coletivo de Carl Jung entra em campo e faz uma goleada, e é quando os bons – poucos, diga-se de passagem -, acabam pagando pelos maus, hoje lamentavelmente em sua grande maioria.

A pergunta é: será que são realmente ladrões? Afinal, a maioria teve boa formação e é oriunda de lares bem formados. Minha resposta é que eles não são ladrões eles estão ladrões. Obviamente atraídos, segundo Freud, pelo mais básico dos instintos, que é o Instinto do Prazer e do Poder.

Quanto ao nosso futuro político, prestes a ser mudado em parte no próximo mês, está nas mãos dos jovens políticos que irão enfrentar o desafio de resistir às tentações pessoais em prol da conscientização de uma sociedade melhor e mais abastada; contudo, por mais otimismo que nossa Revista procure levar para seus leitores, sou temeroso em arriscar, a médio prazo, qualquer prognóstico, enquanto princípios de ética e moral não forem revistos.

Enquanto isto, o que fazer? Centralize sua energia no seu trabalho e acredite em nossos empresários; a história mostra que já passamos por outras intempéries – ou só passamos – e continuamos vivos e crescendo. Não acredite que os políticos um dia mudarão o Brasil; se alguém irá fazê-lo seremos nós, e nos meus 25 anos de andanças internacionais, como executivo de multinacionais, posso dizer de cátedra que não existe, no mundo, um povo a exemplo do brasileiro.

Para encerrar esta parte de política, apenas uma sugestão para as eleições do próximo mês: conheça o seu candidato agora. Nesta próxima eleição iremos escolher nossos futuros senadores, governadores e deputados estaduais e federais. Escolha alguém que você conheça, que seja da nossa região, e que você possa olhar olho no olho e que, se eleito, você possa ter acesso a ele com a mesma facilidade que tem agora, na época das eleições.

Para terminar reitero que não são os políticos que mudarão o nosso país, mas que nós podemos ajudá-los, podemos.

Um forte abraço e boa leitura
Claudinei Luiz


Agosto, mês de cachorro louco. Lembra-se?

Há poucos anos o mês de agosto recebia a alcunha de ‘mês de cachorro louco’. Fiquei curioso e fui buscar o porquê desta alcunha. Você sabe, amigo leitor?

Então aqui vão algumas curiosidades atribuídas a este mês, por muitos considerado nefasto ou de azar:

Existem diversas crenças e também variados acontecimentos históricos que podem nos levar a diferentes explicações. Por exemplo, a Primeira Guerra Mundial começou no dia 1º de agosto de 1914 e as cidades de Hiroshima e Nagasaki foram atacadas pelos norte-americanos com bombas atômicas nos dias 6 e 9 de agosto de 1945, o que resultou na morte de mais de 200 mil pessoas no fim da 2ª Guerra Mundial. Sem falar que em 2 de agosto de 1934, quando Adolf Hitler se torna o führer (líder ou chefe de Estado) da Alemanha.

Agora, outra interpretação que faz muito sentido é que no mês de agosto a concentração de cadelas no cio aumenta bastante devido às condições climáticas. E quando as cadelas estão no período fértil, os cachorros ficam loucos (mesmo!) e brigam para conquistar a fêmea. Essa luta feroz entre os machos em busca da fêmea faz com que a raiva, doença transmitida pela saliva do bicho, se espalhe mais. Os animais que estão infectados pela raiva babam muito e ficam com aparência de ‘loucos’, daí a expressão ‘cachorro louco’.

– OK Claudinei, mas onde você quer chegar?
– Lugar nenhum, apenas fazendo algumas conjunturas, afinal esta doença em certas regiões já foi exterminada ou está sob controle, mas acho que, definitivamente, deve ter sido transferida para o homem. Só que, infelizmente, não somente no mês de agosto, mas, sim, durante todo os meses, haja vista a quantidade de atrocidades com as quais nos defrontamos no dia a dia. É só ligar a TV e ver os jornais, só tem notícias ruins, isto sem contar o cenário político e econômico que ora vivemos.

Claro que uma coisa puxa a outra e, às vezes, a necessidade nos obriga a regredir aos instintos básicos de nosso cérebro reptiliano, definidos por Freud como “Id”, e que é o nosso instinto de sobrevivência e, neste ponto, muito nos assemelhamos a um animal.

Ainda sobre Freud, mas sem nenhuma pretensão de me aprofundar no campo da Psicanálise, apenas faço uma correlação, mostrando que da mesma forma que o ser humano evoluiu, buscando o seu ponto de equilíbrio no desenvolvimento de seu ‘ego’, através de seu grande mestre, que é o ‘superego’ – ou seja, nossos valores, família, governo etc -; parece ao mesmo tempo estar num processo de regressão, no qual o grande mestre passou a ser o ‘Id’ ou em outras palavras: salve-se quem puder!

Antes que vire uma bola de neve e que a alcunha de ‘cachorro louco’ passe para ‘homem louco’ e, sabedores que a solução está em nossas mãos, mas sempre apoiados em um plano espiritual – o qual, com certeza, criou e rege todas as nossas leis, -, vamos exterminar esta ‘raiva’ também dos homens, com a única receita que conheço, que é a mais forte da escala dos ‘superegos’ e que faz o equilíbrio e grandeza de qualquer ‘ego’, que neste caso, leia-se ser humano. Esta receita chama-se: amor.

Acho que me excedi na teoria, mas não importa, lembre-se sempre da canção – É o amor…-, o amor incondicional, o respeito, a ética e principalmente a doação e o agradecimento.

 

Boa leitura e que você não encontre nenhum cachorro louco.
Claudinei Luiz


Mudar PARA tranformar

Já estamos no mês de julho, iniciando a reta final do ano. E você, amigo leitor, conseguindo manter as suas propostas de mudanças do início do ano, ou elas já se perderam no passado?

– Claudinei, eu tento, mas não consigo!
– Será que você tentou mesmo? Existe uma máxima que diz: comece a fazer que o poder lhe será dado.
– Poxa, Claudinei: me explique isto.
– Ok, obrigado pelo seu interesse. Você que nos acompanha, já viu que a diagramação da nossa revista muda todos os anos, a exemplo de muitas lojas que procuram renovar o seu visual anualmente, com uma nova pintura ou decoração. Na maioria das vezes é feita de uma forma intuitiva, mas por trás disto existe uma energia transformadora, que recebe o nome de ENGRAMA.

Então, vamos lá. Para acontecer uma mudança, sempre há necessidade de um agente externo, que na química é chamado de catalizador. Por exemplo, para formar a água H2O, usa-se, entre outros, uma platina metálica como catalizador, pois se deixar somente o oxigênio e o hidrogênio juntos, eles nunca formariam a água.

– Mas, e daí Claudinei, eu já sei tudo isso, onde está a complicação costumeira?
– Não existe nenhuma complicação; desta vez, o que eu quero é que você entenda que depois que o processo de mudança teve início, torna-se muito difícil detê-lo e nem sempre um outro agente externo consegue fazê-lo. Então, o que fazer?

Vamos tirar proveito, como devemos fazer em tudo que acontece na vida, pois, a energia da transformação é aquela que nos motiva a continuar mudando. Vou dar outro exemplo: aposto que um dia você acordou e disse: “Bem, hoje vou arrumar a gaveta do guarda-roupa”, e quando se deu conta já tinha arrumado seu guarda-roupa inteiro. Estou certo?

Da mesma forma, sempre peça alguma coisa para quem não tem tempo e ele sempre achará um tempo de fazer.

Essa energia é tão importante que ela já é até medida e a unidade que a representa chama-se ENGRAMA; o que quer dizer que quanto maior o número de engramas, maior será a motivação transformacional.

Conforme já disse, devemos tirar partido de tudo o que nos acontece na vida, seja bom ou ruim, mesmo porque este conceito de bom e ruim é muito relativo, já que o que é bom para um nem sempre é bom para outro, e o melhor exemplo é que quando você fica doente é ruim para você, mas bom para o médico. Contudo, isto é assunto para outro artigo.

O melhor proveito que podemos usufruir em um processo de mudança é que automaticamente se abrem outros caminhos de mudança.

– Ok! Entendi tudo. Mas, Claudinei, qual é a melhor hora para mudar?
– Boa pergunta. Acredite ou não, a melhor hora para mudar é quando pensamos que não se precisa mudar, o que vem contra o dito popular que em time que está ganhando não se deve mexer.
– Como assim, Claudinei? Explique melhor.
– A teoria é extensa e infelizmente não tenho mais espaço para explicar. Mas, vou procurar dar apenas um exemplo: o maior índice de acidentes de moto acontece quando o piloto domina a sua máquina, por isto o motociclista esperto troca a moto todos os anos. Claro que para tudo existe exceções, mas nos paradigmas atuais, segundo Marilyn Ferguson, o trabalho é um veículo de transformação e se você persistir em continuar fazendo o que sempre faz, não espere obter resultados diferentes.

Quero encerrar com uma frase de BUDA: Alcance você mesmo a sua salvação. Não dependa dos outros, e tenha certeza que você estará Vivendo Melhor. Se ainda não fez, aproveite o segundo semestre para mudar.

Forte abraço e boas mudanças.
Claudinei Luiz


Podemos responder a todas as suas perguntas

Entre em Contato: