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Pare de pensar e venha aprender a agir

A capacidade de compreender e saber utilizar o seu próprio potencial por meio da comunicação é uma das chaves para se obter sucesso e felicidade. Se você acha que não tem essa capacidade aprenda como adquiri-la. São vários os cursos que podem capacitá-lo para obter melhor qualidade de vida, autoestima e muito mais. Conheça um pouco mais sobre eles.

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Quem sou?

Após ter contato com a PNL, mudou radicalmente suas atividades, voltando-se a área humana. Passou a proferir palestras e treinamentos para dezenas de empresas em todo o Brasil, bem como, a escrever em revistas e apresentar programas em rádio e TV. No decorrer fez sua formação em hipnoterapia, psicanálise clínica e pós-graduação em teoria psicanalítica. É diretor executivo da revista MercNews e além de inúmeros artigos e trabalhos publicados, também escreveu os livros "Vivendo Melhor - dito, redito e pouco aprendido" e "Retrospectiva de um Empresário - O que eu não sabia que sabia...

“Vivendo Melhor – dito, redito e pouco aprendido” e “Retrospectiva de um Empresário – O que eu não sabia que sabia…

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MOTIVAR PARA REALIZAR

Estimado amigo leitor. Já estamos em junho e parece que o ano novo, que já está quase velho, começa a engatilhar rumo a sua derradeira missão de sobreviver por pelo menos mais alguns meses, que é o tempo que nos resta para atingirmos as metas que estabelecemos, se é que foram estabelecidas no inicio de 2026, antes da chegada de 2027.

Nossas expectativas de um primeiro semestre próspero podem ter sido frustradas; contudo, agora parece que uma luz começa a cintilar com boas novas.

– Mas, Claudinei! O que tudo isto tem a ver com a motivação?
– Simplesmente tudo, pois manter-se motivado é a palavra chave para em seis meses atingir as metas estabelecidas para 12 meses. Mas, como fazer isto?

Antes de tudo, deixe-me explicar que a motivação é um processo intrínseco a cada pessoa, e assim sendo, ninguém motiva ninguém, a não ser o próprio indivíduo. Também os fatores motivacionais diferem de pessoa para pessoa, ou seja, nem sempre o que motiva um, motiva o outro. Exemplificando melhor, há pessoas que se motivam profissionalmente com o seu salário, enquanto outros pela realização de seu trabalho.

Por que esta diferença? Porque cada um de nós possui uma leitura do universo, a maneira como processamos as informações, que por sua vez formam a nossa representação interna e determinam o nosso comportamento. Esta leitura é chamada de metaprogramas, que são formados pelo nosso modelo de mundo e sistema de crenças e valores.

Na realidade, eles são a chave que determinam os fatores motivadores de cada um, e existe quase uma dezena deles, entre os quais podemos citar: buscar prazer ou evitar dor; movido pelo interior ou exterior; ver a vida por semelhança ou diferença; associadores vs desassociadores; possibilidade vs necessidade, entre outros. Se você pensar em dar subsídios para que alguém se automotive, não tente fazê-lo sem antes saber qual a estrutura de seu metaprograma, porque o tiro pode sair pela culatra.

Sei que apenas despertei a curiosidade de muitos leitores, mas nosso espaço não permite dissertarmos mais sobre este fascinante tema. Assim, para aqueles que desejam um pouco mais de informação, recomendo o livro O PODER SEM LIMITES, de um de meus mestres, Anthony Robbins. Vamos descobrir os nossos metaprogramas e nos motivarmos para a busca constante de nossas vitórias, lembrando sempre que tanto a vitória como a derrota, também estão associadas às nossas estratégias mentais.

Tenho certeza que neste momento você, leitor, deve estar com a revista aberta e prestes a ser folheada, correto? Então prepare-se porque nossa pauta editorial deste mês está riquíssima de informações que irão ao encontro de seus metaprogramas, e no mínimo irá despertar a sua motivação, para a proposta de nossa revista: QUALIDADE DE VIDA.

Abraços e um ano “que se inicia” super motivado.
Claudinei Luiz


Será que a hipnose é mágica?

Já dissertei sobre este tema diversas vezes, contudo não deixa sempre de ser um tema atual e cheio de mistérios. Como todos que me conhecem sabem, além de psicanalista clínico sou master practitioner em Hipnoterapia, com formação internacional e que me dedico ao estudo da Hipnose há mais de 40 anos. Por esta razão, a pergunta que mais recebo, em minhas andanças, é se a hipnose é uma espécie de mágica.

Então, vou aproveitar este editorial para atender vocês, meus amigos, mesmo porque o mundo passa por uma situação, que parece que os grandes líderes estão todos hipnotizados.

– Parabéns, Claudinei! Até que enfim você vai atender às centenas de pedidos para escrever novamente sobre Hipnose. Confesso que também estou curioso a respeito desta mágica.
– Obrigado, mas, antes de qualquer coisa, é bom esclarecer que não existe nenhuma mágica na hipnose, a não ser a ‘magia’ da própria arte. Realmente tenho sido cobrado por muitos leitores para escrever um pouco mais sobre as maravilhas desta técnica milenar, até hoje contestada por muitos e tida como ‘bruxaria’ por outros. Embora existam diversas teorias, na verdade, a ciência ainda não conseguiu esclarecer totalmente o processo fisiopatológico da Hipnose; contudo, somente quem teve contato com ela, pode avaliar os seus benefícios.

É impressionante o interesse que a Hipnose tem despertado durante as palestras que tenho realizado ao longo destes anos. No entanto, mais recentemente, parece que a curiosidade anda ainda mais aguçada, talvez mesmo porque em épocas conturbadas as pessoas buscam por fórmulas mágicas, gurus, magias ou tudo mais que possa trazer um alento de esperança e bem-estar. Nestas circunstâncias, o hipnólogo ou o hipnoterapeuta chegam a ser endeusados e até a receberem a carapuça de super-homens com poderes sobrenaturais, gurus e por aí afora; outros, ao presenciarem demonstrações em programas de TV, ou mesmo, durante cursos e palestras, não acreditam e acham que tudo não passa de truques.

– Claudinei! Mas, cá entre nós, a coisa toda não é combinada antes? Já vi as suas demonstrações e confesso que fiquei abismado, principalmente quando você regride a pessoa em nível intrauterino e ela assume a posição fetal, a exemplo do que vi você fazer em algumas palestras.
– Você, que sempre me acompanha, sabe muito bem que eu procuro fazer as demonstrações com pessoas que não conheço ou que conheci naquele momento e posso garantir que não existem truques e muito menos qualquer tipo de combinações antecipadas.
– Inclusive aquilo tudo, que aquele argentino faz na TV?
– Você deve estar se referindo ao meu amigo Fabio Puentes, que é uruguaio e não argentino e um dos melhores hipnólogos que conheço e, também, um grande showman. A propósito, ele foi o meu primeiro professor de Hipnose e posso assegurar que tudo o que ele faz na TV é muito verdadeiro, embora sendo apenas uma hipnose de palco, a qual sempre foi muito contestada pelos profissionais da área.
– Por que a Hipnose de palco é contestada?
– Veja bem, quando praticada fora dos meios acadêmicos, isto é, em cursos ou grupos de estudo, ela assume um aspecto circense. A maioria dos hipnoterapeutas não aprova esta prática da Hipnose, por achar que ela não contribui em nada em termos terapêuticos. Contudo, inegavelmente, é uma grande ferramenta para mudanças comportamentais e de paradigmas. Sem sombra de dúvida, foi após as apresentações do Fabio Puentes, na TV, que a Hipnose voltou a despertar o interesse e, principalmente, o respeito que se deve a ela.
– Claudinei, qual a diferença entre hipnólogo e hipnoterapeuta?
– Esta é uma boa pergunta: hipnólogo é um facilitador, ou seja, um técnico que ajuda o indivíduo a entrar em hipnose, mesmo porque toda hipnose é uma auto-hipnose; por sua vez, o hipnoterapeuta irá acessar os recursos do paciente hipnotizado para trabalhar terapeuticamente uma infinidade de problemas que podem ser tratados com a eficiência e, principalmente, na velocidade da Hipnose. Acreditem, é uma matéria fascinante, atualmente empregada em larga escala em clínicas e hospitais, principalmente no controle da dor. Aproveitando, o novo design da MercNews está hipnotizante!

Um forte abraço e, parafraseando meu amigo Puentes: BIEN DORMIDO!
Claudinei Luiz


ME ENGANA… QUE EU GOSTO!

– Parece que você já contou esta história antes, Claudinei?
– Se contei, não lembro. Talvez sim, porque estamos no mês de abril e sempre gosto, neste mês, de fazer uma alusão ao famoso ‘primeiro de abril’, outrora tão comemorado, e, nos dias de hoje, já quase no esquecimento; contudo, ainda em tempo de relembrar que neste dia comemora-se o ‘dia da mentira’ e que, em alguns países, é chamado de ‘dia dos tolos’. Infelizmente não tenho espaço para explicar a origem desta data, mas, para quem tiver interesse, é só dar uma entrada no google, que vale a pena conhecer.
– Mas, Claudinei, voltando ao assunto, você quer dizer que acha legal a mentira?
– Não foi bem isso que eu quis dizer, mas, em certos casos, até veneno é usado como remédio. Lembre-se que uma mentira somente torna-se mentira quando ela deixa de ser verdade, e que, em muitos casos, ela é paradoxal.Lembra-se do exemplo, tipo questão de vestibular:
a) A alternativa b é verdadeira.
b) A alternativa a é falsa.Parece que alguém está mentindo, ou não? Afinal é um paradoxo e a sua aceitação consciente torna-se difícil, tem apenas de aceitá-lo da mesma forma que quando aceitamos certas mentiras elas nos fazem bem.Resumindo, o conceito de verdade ou mentira está relacionado ao sistema de crenças e valores de cada um. Basta relembrar a célebre frase de Henry Ford: “Se você acha que pode ou que não pode, de qualquer forma você está certo”.Outros dizem que mentiras podem ser verdades que gostaríamos de enxergar.

– Ok, Claudinei, você já está filosofando demais, e te conhecendo sei que tem alguma coisa boa por trás das mentiras; dê logo o seu recado antes que acabe o espaço.
– Está bem, como sempre ansioso, você deve lembrar-se que já expliquei nesta coluna que o nosso cérebro vive o presente, para ele não existe passado nem futuro, o que importa é o aqui e agora. Ele trabalha da mesma forma que um computador, ou seja, utiliza um sistema binário, isto é, sim ou não.
– Desculpe, Claudinei, você já está viajando de novo, chega de teoria e vamos ao que interessa.
– Poxa, como você é chato, lembra muito um amigo meu. Já que você prefere assim, vamos finalizar com o que interessa na prática.

Torne-se um mentiroso!

Todos os dias pela manhã faça o seguinte exercício: Vá em frente a um espelho e diga uma série de mentiras para o seu cérebro, tais como:
Eu sou feliz
Eu me amo
Eu tenho sucesso
Sou próspero
Sou sadio fisicamente, mentalmente e espiritualmente e outras mais que você não acredita.

Seu cérebro não saberá distinguir se são verdades ou mentiras, basta você acreditar para que ele passe a agir como se fossem verdades e eu tenho certeza que você “passará” a viver melhor. Mãos à obra, engane-o que ele gosta, pratique este exercício e faça de cada dia um grande dia.

 

Forte abraço e boas mentiras
Claudinei Luiz é psicanalista e hipnoterapeuta
@claudineiluiz_hipnoterapeuta


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