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A capacidade de compreender e saber utilizar o seu próprio potencial por meio da comunicação é uma das chaves para se obter sucesso e felicidade. Se você acha que não tem essa capacidade aprenda como adquiri-la. São vários os cursos que podem capacitá-lo para obter melhor qualidade de vida, autoestima e muito mais. Conheça um pouco mais sobre eles.

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Quem sou?

Após ter contato com a PNL, mudou radicalmente suas atividades, voltando-se a área humana. Passou a proferir palestras e treinamentos para dezenas de empresas em todo o Brasil, bem como, a escrever em revistas e apresentar programas em rádio e TV. No decorrer fez sua formação em hipnoterapia, psicanálise clínica e pós-graduação em teoria psicanalítica. É diretor executivo da revista MercNews e além de inúmeros artigos e trabalhos publicados, também escreveu os livros "Vivendo Melhor - dito, redito e pouco aprendido" e "Retrospectiva de um Empresário - O que eu não sabia que sabia...

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Voltar de onde nunca estive?

Nestes tempos em que a vida parece flutuar mediante tantas incertezas, sem saber onde as cabeças pensantes que governam o mundo querem chegar, causando insegurança total quer profissionalmente, comercialmente, fisicamente, politicamente, enfim todos os ‘entes’ que você queira, parece que em certos momentos temos que desapegar de tudo e mergulharmos no universo de nossas mentes em busca de tranquilidade, paz e, talvez, mesmo respostas que nunca encontraremos.

Pois bem, não sei se acontece também com você, amigo leitor, mas invariavelmente em alguns momentos do dia tenho a sensação de divagar no espaço, e durante lapsos de memória parece que minha mente é inundada de um vazio intenso. Confesso que de início tal sensação me preocupou, diria até que poderia ser um sinal de senilidade, não houvesse tal fenômeno se iniciado ainda em minha adolescência.

Tinha, então, 12 para 13 anos, e me lembro do surgimento dos primeiros questionamentos sobre a vida; lembro, também, que em algumas noites sentava-me na varanda de casa e ficava contemplando o céu, e em alguns lapsos de consciência deixava-me transportar, numa espécie de viagem astral, para algum lugar que provavelmente não exista em nosso universo físico, pois até hoje não consegui identificar onde poderia ser. A mais tenra lembrança que tenho é que quando achava que iria chegar a tal lugar sentia um desespero imenso para voltar, porque algo me dizia que minha mente não estava preparada ainda para o que ia encontrar, e como no despertar de um sonho regressava para o aqui e agora com a sensação de ter realizado uma viagem de alguns dias, quando na realidade tudo não passava de alguns segundos.

– Você deve estar questionando, que louco isto, Claudinei, ou será que você já era louco e não sabia? Rs
– É, talvez eu continue e não saiba (rs), mas, a verdade é que à medida que fui crescendo e aprendendo, me dei conta que tais questionamentos não eram exclusividade minha e, sim, que tinham sido a mola mestra da existência de grandes sábios, a exemplo de Sócrates, Democrates, Platão entre tantos outros que, há milhares de anos, já queriam saber quem somos, de onde viemos e para onde vamos.

Infelizmente, ou será que felizmente, até hoje não sabemos a resposta, mas com certeza estes sábios filósofos descobriram respostas que nos ajudam a amenizar a espera da resposta final.

E você, amigo leitor, já parou para pensar? Você já sentiu esta sensação de vazio interior, já se permitiu soltar os freios e dar asas à sua imaginação? Se não, experimente e depois me escreva dizendo o que sentiu.

– Mas, Claudinei, e eu, que nunca tive esta sensação?
– Então não se preocupe com isto, ainda não é o seu momento, mas, se quiser sentir algo semelhante, aprenda a meditar.

Para não divagar muito e filosofar pouco quero concluir dizendo que até hoje não consegui entender o porquê de nunca ter conseguido chegar àquele “lugar”, mas quando estou em busca dele, e sinto aquele vazio profundo, cada vez mais sinto a presença de Deus.

 

Um forte abraço e boa leitura
Claudinei Luiz


E para não dizer que não falei de Política – II

Escrevi este editorial nas eleições passadas, mas, ele continua mais do que atualizado. Quem me conhece sabe que procuro não falar de política e principalmente escrever sobre ela em meus editoriais. Contudo, existem certas situações em que não podemos simplesmente nos calar e nos omitirmos, a exemplo das falcatruas que acompanhamos diariamente pela mídia.

Em minha opinião, o nosso país nunca teve problemas econômicos; na verdade, somos um país rico e abençoado por Deus – apenas quem conhece o exterior pode avaliar o que quero dizer –, somos um povo cordato e com poder de adaptação fantástico, a ponto de aguentar e sobreviver a todas as intempéries causadas por alguns dos nossos “políticos”. Não temos terremotos nem tufões, mas, em contrapartida, fomos agraciados com “eles”. Realmente, não temos problemas econômicos, pois, mesmo pagando uma das maiores taxas de juros do mundo e recolhendo os maiores impostos, graças ao brio e bravura de nosso povo ainda conseguimos sobreviver e sermos competitivos. Podemos afirmar que os nossos problemas são apenas políticos.

Aliás, a palavra “político” está tão denegrida que, ao ouvirmos, nossa mente imediatamente estabelece uma relação com ‘bandido’. Será que podemos generalizar que todo o político é corrupto e não presta, a exemplo do que fazemos quando dizemos todo o menino de rua é ladrão? É claro que não, mas aí o inconsciente coletivo de Carl Jung entra em campo e faz uma goleada, e é quando os bons – poucos, diga-se de passagem -, acabam pagando pelos maus, hoje lamentavelmente em sua grande maioria.

A pergunta é: será que são realmente ladrões? Afinal, a maioria teve boa formação e é oriunda de lares bem formados. Minha resposta é que eles não são ladrões eles estão ladrões. Obviamente atraídos, segundo Freud, pelo mais básico dos instintos, que é o Instinto do Prazer e do Poder.

Quanto ao nosso futuro político, prestes a ser mudado em parte no próximo mês, está nas mãos dos jovens políticos que irão enfrentar o desafio de resistir às tentações pessoais em prol da conscientização de uma sociedade melhor e mais abastada; contudo, por mais otimismo que nossa Revista procure levar para seus leitores, sou temeroso em arriscar, a médio prazo, qualquer prognóstico, enquanto princípios de ética e moral não forem revistos.

Enquanto isto, o que fazer? Centralize sua energia no seu trabalho e acredite em nossos empresários; a história mostra que já passamos por outras intempéries – ou só passamos – e continuamos vivos e crescendo. Não acredite que os políticos um dia mudarão o Brasil; se alguém irá fazê-lo seremos nós, e nos meus 25 anos de andanças internacionais, como executivo de multinacionais, posso dizer de cátedra que não existe, no mundo, um povo a exemplo do brasileiro.

Para encerrar esta parte de política, apenas uma sugestão para as eleições do próximo mês: conheça o seu candidato agora. Nesta próxima eleição iremos escolher nossos futuros senadores, governadores e deputados estaduais e federais. Escolha alguém que você conheça, que seja da nossa região, e que você possa olhar olho no olho e que, se eleito, você possa ter acesso a ele com a mesma facilidade que tem agora, na época das eleições.

Para terminar reitero que não são os políticos que mudarão o nosso país, mas que nós podemos ajudá-los, podemos.

Um forte abraço e boa leitura
Claudinei Luiz


Agosto, mês de cachorro louco. Lembra-se?

Há poucos anos o mês de agosto recebia a alcunha de ‘mês de cachorro louco’. Fiquei curioso e fui buscar o porquê desta alcunha. Você sabe, amigo leitor?

Então aqui vão algumas curiosidades atribuídas a este mês, por muitos considerado nefasto ou de azar:

Existem diversas crenças e também variados acontecimentos históricos que podem nos levar a diferentes explicações. Por exemplo, a Primeira Guerra Mundial começou no dia 1º de agosto de 1914 e as cidades de Hiroshima e Nagasaki foram atacadas pelos norte-americanos com bombas atômicas nos dias 6 e 9 de agosto de 1945, o que resultou na morte de mais de 200 mil pessoas no fim da 2ª Guerra Mundial. Sem falar que em 2 de agosto de 1934, quando Adolf Hitler se torna o führer (líder ou chefe de Estado) da Alemanha.

Agora, outra interpretação que faz muito sentido é que no mês de agosto a concentração de cadelas no cio aumenta bastante devido às condições climáticas. E quando as cadelas estão no período fértil, os cachorros ficam loucos (mesmo!) e brigam para conquistar a fêmea. Essa luta feroz entre os machos em busca da fêmea faz com que a raiva, doença transmitida pela saliva do bicho, se espalhe mais. Os animais que estão infectados pela raiva babam muito e ficam com aparência de ‘loucos’, daí a expressão ‘cachorro louco’.

– OK Claudinei, mas onde você quer chegar?
– Lugar nenhum, apenas fazendo algumas conjunturas, afinal esta doença em certas regiões já foi exterminada ou está sob controle, mas acho que, definitivamente, deve ter sido transferida para o homem. Só que, infelizmente, não somente no mês de agosto, mas, sim, durante todo os meses, haja vista a quantidade de atrocidades com as quais nos defrontamos no dia a dia. É só ligar a TV e ver os jornais, só tem notícias ruins, isto sem contar o cenário político e econômico que ora vivemos.

Claro que uma coisa puxa a outra e, às vezes, a necessidade nos obriga a regredir aos instintos básicos de nosso cérebro reptiliano, definidos por Freud como “Id”, e que é o nosso instinto de sobrevivência e, neste ponto, muito nos assemelhamos a um animal.

Ainda sobre Freud, mas sem nenhuma pretensão de me aprofundar no campo da Psicanálise, apenas faço uma correlação, mostrando que da mesma forma que o ser humano evoluiu, buscando o seu ponto de equilíbrio no desenvolvimento de seu ‘ego’, através de seu grande mestre, que é o ‘superego’ – ou seja, nossos valores, família, governo etc -; parece ao mesmo tempo estar num processo de regressão, no qual o grande mestre passou a ser o ‘Id’ ou em outras palavras: salve-se quem puder!

Antes que vire uma bola de neve e que a alcunha de ‘cachorro louco’ passe para ‘homem louco’ e, sabedores que a solução está em nossas mãos, mas sempre apoiados em um plano espiritual – o qual, com certeza, criou e rege todas as nossas leis, -, vamos exterminar esta ‘raiva’ também dos homens, com a única receita que conheço, que é a mais forte da escala dos ‘superegos’ e que faz o equilíbrio e grandeza de qualquer ‘ego’, que neste caso, leia-se ser humano. Esta receita chama-se: amor.

Acho que me excedi na teoria, mas não importa, lembre-se sempre da canção – É o amor…-, o amor incondicional, o respeito, a ética e principalmente a doação e o agradecimento.

 

Boa leitura e que você não encontre nenhum cachorro louco.
Claudinei Luiz


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